Dado com procedência
Cada informação precisa vir com fonte, data da consulta e ligação com a decisão. Sem isso, a decisão não se sustenta numa auditoria do Banco Central.
Quase todo fornecedor de KYB no Brasil esconde o preço e pede uma reunião antes de qualquer número. Aqui estão os caminhos possíveis, o que cada um resolve e quanto custa quando o preço é público.
Há quatro caminhos para fazer KYB no Brasil: dados por API (você monta as regras e a fila), plataformas enterprise com venda consultiva, sistema próprio e plataformas self-serve. A maioria dos fornecedores não publica preço; a Aferya publica: R$ 890 por mês com 300 análises ou R$ 3.900 com 2.500, com regras suas, mesa de decisão e monitoramento contínuo.
Cada informação precisa vir com fonte, data da consulta e ligação com a decisão. Sem isso, a decisão não se sustenta numa auditoria do Banco Central.
As regras precisam ser suas, versionadas e editáveis sem depender do fornecedor a cada mudança de política.
O que foge da regra precisa ir para um analista com o dossiê pronto, e não para uma planilha.
Sócio novo, mudança de situação cadastral ou entrada em lista depois da aprovação precisam reabrir o caso.
Assinatura e custo por análise conhecidos antes da reunião, com bureaus pagos separados e pelo uso.
Dias, não meses: o regulador não espera o projeto de integração terminar.
Comparação por tipo de solução. Os preços citados são só os publicados pelo próprio fornecedor; o resto aparece como não público.
| Caminho | Exemplos | O que resolve | O que falta | Preço publicado |
|---|---|---|---|---|
| Dados por API | Direct Data, BigDataCorp, CNPJá, Serpro | Cadastro, sócios e dados públicos do CNPJ por consulta | Regras, fila de exceção, dossiê e monitoramento ficam com você | Direct Data: recargas pré-pagas a partir de R$ 50, sem preço por consulta publicado. Os demais: não público. |
| Plataforma enterprise | VAAS, idwall, CAF, Neoway | Fluxo completo com várias fontes de dados, regras e revisão humana | Contratação por venda consultiva; implantação acompanhada pelo fornecedor | Não público |
| Sistema próprio | Time interno de engenharia | Controle total do fluxo e dos dados | Meses de desenvolvimento, manutenção das integrações e trilha de auditoria por sua conta | Custo do time |
| Plataforma self-serve | Aferya | Receita, sócios, listas restritivas, contrato social lido por IA, regras suas, mesa de decisão e monitoramento | Menos fontes pagas integradas que as plataformas enterprise (bureaus pagos à parte) | Starter R$ 890/mês (300 análises) e Growth R$ 3.900/mês (2.500 análises) |
Preços conferidos nos sites dos fornecedores: VAAS e Direct Data em 05/11/2026; os demais em 29/10/2026. Fontes gratuitas como o Portal da Transparência (CEIS e CNEP) e a Receita Federal podem ser usadas em qualquer caminho.
Defina o que aprova, o que recusa e o que vai para análise. Sem isso, toda ferramenta parece igual.
Rode os mesmos casos em cada opção: um limpo, um com sócio em lista, um recém-aberto com capital baixo, um com situação irregular e um com contrato social.
Veja se dá para mostrar a um auditor de onde veio cada dado e qual regra decidiu.
Assinatura, custo por análise, bureaus pagos, implantação e horas do seu time.
Do contrato assinado até o primeiro CNPJ decidido em produção.
Em 30 minutos mostramos o fluxo com casos reais do seu mercado e indicamos o plano que cabe no seu volume.
Depende do volume e do time. Com engenharia própria e volume alto, dados por API e um sistema interno podem compensar. Com orçamento para venda consultiva, as plataformas enterprise cobrem mais fontes. Para instituições de pagamento, SCDs e marketplaces que precisam decidir em dias e querem preço previsível, uma plataforma self-serve resolve o fluxo inteiro sem projeto de integração.
A maior parte do mercado não publica preço. Entre os que publicam, há dados por consulta em créditos pré-pagos e assinaturas como as da Aferya, de R$ 890 a R$ 3.900 por mês conforme o volume de análises. Bureaus pagos costumam ser cobrados à parte.
Resolve a coleta, não a decisão. Regras, fila de exceção, dossiê para o analista, monitoramento depois da aprovação e trilha de auditoria continuam com a sua equipe.
Que a instituição identifique e qualifique o cliente PJ e o beneficiário final, avalie o risco conforme a sua política de PLD-FT e mantenha evidência das decisões, como prevê a Circular BCB 3.978/2020.