Monitoramento transacional · KYT

A decisão sai antes do dinheiro

Cada transação dos seus clientes PJ é aprovada, mandada para a mesa ou bloqueada em milissegundos. As regras usam o risco do cliente na Central de Riscos, e o limite diário acompanha esse risco.

Em resumo

Monitoramento transacional é decidir cada Pix, TED, cartão ou cripto de um cliente já aprovado antes de o dinheiro sair: aprovar, mandar para análise ou bloquear. Aqui a decisão usa o risco do cliente na Central de Riscos, com limite diário por nível de risco, e o que precisa de olho humano vira caso na mesa de decisão.

Atualizado em

Quais riscos ficam sem controle hoje?

Depois que sai, não volta

Pix liquida na hora. Pedir devolução depois do golpe raramente recupera o dinheiro.

Regra igual para todo cliente

O mesmo limite vale para a empresa de 20 anos e para a aberta no mês passado, porque a transação não enxerga o cadastro.

Alerta sem dono

O sistema de pagamentos marca a transação suspeita, mas ninguém tem fila, alçada e prazo para decidir.

O que a regulação exige?

Referências para a sua política. Não substituem a avaliação do seu jurídico.

Circular BCB 3.978/2020

Exige monitorar operações e situações para identificar suspeitas de lavagem de dinheiro e de financiamento do terrorismo, com procedimentos proporcionais ao risco do cliente.

Resolução BCB 501/2025

Cria o dever de rejeitar transações destinadas a contas com fundada suspeita de fraude, com comunicação ao titular.

O que dizem os números?

Como funciona, passo a passo?

  1. 01

    Transação pela API

    O seu sistema envia tipo, valor, conta e o CNPJ titular antes de liquidar.

  2. 02

    Risco do cliente na regra

    O nível de risco da Central de Riscos entra na transação: cliente de risco alto tem regra mais dura e limite menor.

  3. 03

    Aprovada, mesa ou bloqueada

    Regras e limites diários decidem em milissegundos. Estourou o limite do nível de risco, bloqueia.

  4. 04

    Exceção vira caso na mesa

    O que fica em revisão abre um caso com o valor, as regras que dispararam e o risco do cliente, com alçada e trilha encadeada por hash.

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Perguntas frequentes

O que é monitoramento transacional (KYT)?

É analisar cada transação de um cliente já aprovado (valor, tipo, frequência e limites) para aprovar, segurar para análise ou bloquear, em vez de olhar só o cadastro.

Qual a diferença para o KYB?

O KYB responde quem é a empresa, no onboarding. O monitoramento transacional responde o que ela está fazendo, a cada transação. Aqui os dois se conversam: o risco do KYB define o limite da transação.

Quais transações dá para analisar?

Pix, TED, cartão e cripto, enviados pela API antes da liquidação.

Como funcionam os limites?

Cada nível de risco (baixo, médio, alto e cliente sem onboarding) tem um limite diário que você ajusta no portal. Se o risco do cliente muda na Central, o limite muda junto.

O que acontece com a transação que vai para a mesa?

Ela vira um caso com valor, regras disparadas e risco do cliente. O analista com a alçada certa aprova ou nega, com justificativa registrada.

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