Depois que sai, não volta
Pix liquida na hora. Pedir devolução depois do golpe raramente recupera o dinheiro.
Cada transação dos seus clientes PJ é aprovada, mandada para a mesa ou bloqueada em milissegundos. As regras usam o risco do cliente na Central de Riscos, e o limite diário acompanha esse risco.
Monitoramento transacional é decidir cada Pix, TED, cartão ou cripto de um cliente já aprovado antes de o dinheiro sair: aprovar, mandar para análise ou bloquear. Aqui a decisão usa o risco do cliente na Central de Riscos, com limite diário por nível de risco, e o que precisa de olho humano vira caso na mesa de decisão.
Pix liquida na hora. Pedir devolução depois do golpe raramente recupera o dinheiro.
O mesmo limite vale para a empresa de 20 anos e para a aberta no mês passado, porque a transação não enxerga o cadastro.
O sistema de pagamentos marca a transação suspeita, mas ninguém tem fila, alçada e prazo para decidir.
Referências para a sua política. Não substituem a avaliação do seu jurídico.
Exige monitorar operações e situações para identificar suspeitas de lavagem de dinheiro e de financiamento do terrorismo, com procedimentos proporcionais ao risco do cliente.
Cria o dever de rejeitar transações destinadas a contas com fundada suspeita de fraude, com comunicação ao titular.
O Pix somou 36,3 bilhões de transações entre janeiro e maio de 2026, perto de 3 mil por segundo.
Fonte: Dados do Banco Central, via Sou BrasíliaEntre janeiro e abril de 2026, vítimas abriram 11,8 milhões de pedidos de devolução por golpes com Pix, e 10,7 milhões (90,3%) foram recusados pelas instituições.
Fonte: Levantamento do SBT com dados do Banco Central, via Jornal ViaDesde 1º de setembro de 2026, o prazo para contestar uma devolução feita pelo MED por suspeita de fraude passou de 30 para 80 dias.
Fonte: Agência BrasilO seu sistema envia tipo, valor, conta e o CNPJ titular antes de liquidar.
O nível de risco da Central de Riscos entra na transação: cliente de risco alto tem regra mais dura e limite menor.
Regras e limites diários decidem em milissegundos. Estourou o limite do nível de risco, bloqueia.
O que fica em revisão abre um caso com o valor, as regras que dispararam e o risco do cliente, com alçada e trilha encadeada por hash.
Em 30 minutos mostramos o fluxo com casos reais do seu mercado e indicamos o plano que cabe no seu volume.
É analisar cada transação de um cliente já aprovado (valor, tipo, frequência e limites) para aprovar, segurar para análise ou bloquear, em vez de olhar só o cadastro.
O KYB responde quem é a empresa, no onboarding. O monitoramento transacional responde o que ela está fazendo, a cada transação. Aqui os dois se conversam: o risco do KYB define o limite da transação.
Pix, TED, cartão e cripto, enviados pela API antes da liquidação.
Cada nível de risco (baixo, médio, alto e cliente sem onboarding) tem um limite diário que você ajusta no portal. Se o risco do cliente muda na Central, o limite muda junto.
Ela vira um caso com valor, regras disparadas e risco do cliente. O analista com a alçada certa aprova ou nega, com justificativa registrada.